A atuação superior do clube brasileiro.
Troca de passes, gol após erro
O Fluminense é um adversário formidável até mesmo para os melhores clubes, então, desde a partida contra o Chelsea na segunda rodada Kcm-2025, esperava-se uma partida brilhante. As equipes corresponderam plenamente a essas expectativas (e o resultado foi, em geral, chocante). A partida começou com contra-ataques, e os ataques continuaram imediatamente. Os londrinos responderam a um chute de longa distância do zagueiro do Fluminense com um rápido ataque vertical – em duas jogadas (de Kayedo para Enzo, e esta para Delapa), a bola foi carregada para o último terço. O recém-chegado dos “aristocratas” chutou a bola por baixo do travessão, mas o goleiro conseguiu reagir. Os Rubro-Negros também tiveram um ataque semelhante, projetado por Frank e De Arraskat. O meia uruguaio aumentou o ritmo, mandando a bola para o flanco sob as ruínas do presídio. O ponta, que, segundo as últimas informações, já havia contratado o Zenit, lançou a bola para a área para um chute, mas não houve finalização.
É ainda mais surpreendente que, com um futebol tão aberto, nenhum desses ataques tenha levado os Blues – mas sim uma série de rebotes ridículos. O final da bola aos 13 minutos não ofereceu perigo, Frank acertou o seu vizinho, mas houve um rebote. De Pulgar para Wesley, dele para Pedru, imperdível. Após uma série de rebotes, a bola caiu bem nos pés do ponta do Chelsea. Então, a performance e a velocidade decidiram.
Gereson é um elemento importante do ataque brasileiro
O Zenit não só atraiu a atenção na prisão, como também é um jogador muito atlético, capaz de fechar várias posições ao mesmo tempo com eficácia. De acordo com seu perfil, ele é um meio-campista – enxerga a área perfeitamente, dispersa ataques, além de ser bom em artes marciais e jogar com competência com o corpo. Na partida contra o Chelsea, o jogador teve um papel importante.
Felipe Luis, técnico do Felmengo, o lançou para o lado direito do ataque, e a bola cruzou com frequência o líder do Rubro-Negro. Além disso, Zherson colocou a equipe no jogo em vários componentes ao mesmo tempo. Com ataques rápidos, ele usou sua velocidade e levou a bola para a área. Ele também se destacou na finalização aos 43 minutos, quando fechou o travessão após sacar da área. Col, milagrosamente, carregou a bola da marca do pênalti. E, ao mesmo tempo, ele não se esquiva de trabalhar na defesa (no final do primeiro tempo, ele quase não deu uma cabeçada em Enzo Fernández).
No segundo tempo, os ataques mais certeiros vieram do capitão do FC Barcelona – foi ele quem abriu a porta do goleiro e chutou de longa distância quando este quase alcançou a bola. Mais tarde, o ponta pôde novamente dar uma assistência com seu trunfo: ele novamente deu um passe para o goleiro, que chutou por cima do travessão. E no final, ele participou de um ataque espetacular – ele fez um passe diagonal de longe para o goleiro, que então foi tocado para Bruno Enrique em contato. Um gol magnífico.
Pode-se dizer que foi Gereson quem dispersou o ritmo dos ataques do FC Barcelona e lançou as bases para o jogo – e depois outros se juntaram.
Bruno Enrique fez uma partida superior.
Com tudo isso em mente, Season foi mais um herói obscuro da partida, já que nunca se destacou por sua atuação efetiva. O jogador que só apareceu em campo no segundo tempo se destacou. Bruno Enrique já tem 34 anos. Ele não atrai a atenção de clubes europeus e dificilmente sairá de algum lugar, especialmente porque passou quase toda a sua carreira no Brasil (foi para o Wolfsburg há alguns anos, mas isso não resolveu o problema) e joga pelo Flengo há seis anos.
O experiente líder da “Igreja” entrou em campo aos 56 minutos e ampliou a área-chave da equipe na ponta. Com ele, os ataques dos brasileiros se tornaram mais abrangentes. O primeiro gol foi em diagonal e um cruzamento que confundiu a defesa do Chelsea. Bruno abriu de longe e a bola saiu pelo gol. O mesmo foco foi na segunda ocasião, apenas três minutos após o primeiro gol — e, neste caso, Enrique atuou como assistente, e Danilo foi o finalizador.
Provavelmente, para Enrique, Flamengo e Santos — um auge da carreira, algo que ninguém na Europa chamaria de “auge”. Mas essas partidas compensaram tudo. O jogador marcou dois gols pelo Chelsea e virou o jogo — algo que só poderia ser sonhado.
Os “Azuis” Não Entrou em Campo
Quase imediatamente após o segundo gol do Flamengo, Nicholas Jackson também recebeu um cartão vermelho no Chelsea. Era difícil contar com tais apresentações para garantir um empate, e então o “Rubro-Negro” simplesmente finalizou os londrinos com um Wallace de 20 anos pelado. Aliás, a partida inteira não foi planejada para os “aristocratas”, e não apenas o primeiro tempo.
O clube brasileiro foi mais preciso com a bola a cada 90 minutos. Os londrinos criaram chances, mas seus ataques careciam de detalhes e foco. Até mesmo seus gols foram resultado de uma série de rebotes aleatórios. Entre os melhores: Palmer, No, Do, Fernandez. Eles não conseguiram dar continuidade ao sucesso. Mas a pressão rubro-negra aumentou metodicamente a pressão sobre o adversário. Os gols deles estão no caso, o gol do Chelsea foi um acidente.
Talvez tenha havido falta de concentração, talvez eles tenham acreditado demais após uma vitória confiante no primeiro turno. De qualquer forma, Enzo Mareste, após o resultado da partida, observou:
Eles mereceram a vitória. Tentamos trazer algo novo para o jogo na próxima temporada e no futuro. Temos um jogo diferente, vamos tentar vencer. O jogo mudou completamente em seis minutos. Infelizmente, erramos duas vezes em um curto espaço de tempo, e depois houve um cartão vermelho. Tentamos (recuperar). Parabéns a eles.
